É o grés e o calcário que moldam a paisagem e a história de Messines e do concelho de Silves, a solidez da tradição, a escultura e a memória gravada no tempo. É a âncora que nos liga firmemente à identidade local.
É a folha em branco onde tudo é possível. Representa a fragilidade da condição humana, a efervescência do desenho, a escrita, a gravura e o gesto contemporâneo. O espaço efémero da imaginação.
Levar a arte contemporânea para fora dos grandes centros urbanos, posicionando São Bartolomeu de Messines e o concelho de Silves como um ponto fulcral de criação, pensamento e diálogo artístico a nível nacional e internacional.
Estabelecer pontes dinâmicas entre a herança histórica local — as nossas “raízes” — e as linguagens artísticas mais arrojadas do presente. A tradição não é algo estático; é matéria-prima para o futuro.
Promover uma cultura participativa, envolvendo activamente a população local, as associações regionais e a comunidade escolar. A Bienal bART não acontece apenas para a comunidade, acontece com ela.
Impulsionador e mente criativa por trás da I Bienal bART, é o responsável por desenhar a linha programática e assegurar o diálogo entre a arte contemporânea e o território. O seu foco foca-se na descentralização cultural, unindo as raízes históricas de Messines e do concelho de Silves à audácia das novas linguagens artísticas.
Para questões relacionadas com a programação, parcerias institucionais, imprensa ou apoio ao artista, entre em contacto directo com a organização da Bienal: